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terça-feira, 15 de abril de 2008

Destaques de Imprensa

Lançamento de base de dados europeia sobre televisão - MAVISE
"A Comissão Europeia (CE) e o Observatório Europeu do Audiovisual lançaram a 9 de Abril, em Cannes, França, uma base de dados sobre televisão, denominada MAVISE."
Anacom.pt

MySpace dá o salto para a TV
"(...) o MySpace chegou a acordo com uma empresa de distribuição de conteúdos para que as produções criadas na rede social, na área de vídeos, possam chegar à televisão e DVDs."
Tek.sapo.pt

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Perfis de consumidores

O estudo Cinema em Ecrãs Privados, Múltiplos e Personalizados: Transformação nos Consumos Cinematográficos", baseou-se nos dados do Inquérito Sociedade em Rede 2006, aponta para a “coexistência de várias gerações tecnológicas de consumidores de conteúdos cinematográficos, e apresenta uma realidade portuguesa de dupla face, onde, a par dos processos de mudança, coexistem os processos de resistência à mudança”. Estudo de Rita Cheta e Rita Espanha.


São definidos quatro perfis de consumidores:
  • Não consumidores - “cine-excluídos” - “é um perfil residual e em desaparecimento”.

  • 1ª geração tecnológica - “cine-convencionais” - “é um perfil em erosão. Caracteriza-se pelo convencionalismo nos seus modos de consumo cinematográficos, de tipo massificado e em mono-plataforma (TV)”.

  • 2ª geração - ‘’os cine-integrados‘’ – “é o perfil maioritário. Caracteriza-se pela forte penetração do consumo de DVD na esfera doméstica e da regularidade intensiva do seu uso. Forte domiciliação dos consumos, contudo combinada com idas mais ou menos ocasionais às salas de cinema. É um perfil ainda herdeiro do consumo massificado e estandardizado de conteúdos culturais em geral, e cinematográficos em particular”.

  • 3ª geração tecnológica - “cine-inovadores” - “é um perfil minoritário mas em crescimento e afirmação. Caracteriza-se pela multiplicidade, personalização, interactividade e inovação nos seus modos de consumo de conteúdos cinematográficos. É neste perfil que as características de mobilidade dos equipamentos tecnológicos para visualizar conteúdos de cinema e multimedia se colocam com maior acuidade, através da expressão de desejo futuro na procura activa em adquirir equipamentos e plataformas móveis de alta definição para conteúdos multimedia”.
fonte: http://mediascopio.wordpress.com/

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O futuro dos media

Um post de http://mediascopio.wordpress.com/ que me parece bastante pertinente.

Um ‘master’ de media da Escola Europeia de Gestão, presente em vários países, decidiu assinalar os seus 20 anos lançando um processo de reflexão e de auscultação sobre cenários dos media nos próximos 20 anos. O questionário preparado neste âmbito - que já começa a ter respostas - pode ser respondido por qualquer um. Aqui fica a tradução, com alguma adaptação pontual ao caso português. Alguém quer responder?

TELEVISÃO
1) Em que suporte se verá televisão em 2028?
2) Quais serão os programas mais difundidos pela TV dentro de 20 anos?
3) Qual será o futuro dos canais públicos?
4) A TVI, dentro de 20 anos, será…
5) Se tivesse de apostar num canal de televisão digital terrestre, em qual
apostaria?
6) Quais serão os grandes investidores em televisão no futuro, em Portugal?

IMPRENSA
1) Qual será o suporte da imprensa em 2028?
2) Qual será o primeiro jornal diário a desaparecer, nos próximos 20 anos?
3) Quais serão os jornais que conseguirão maiores lucros nos próximos 20 anos?
4) Que papel terá o leitor nas tr4ansformações da imprensa nos próximos 20 anos?
5) Como evoluirá o papel do jornalista nos próximos 20 anos?

CINEMA
1) Para si as salas de cinema irão mudar nos 20 anos que vêm aí?
2) Quem serão os produtores de cinema nos próximos 20 anos?
3) Qual será o país que será o maior produtor de cinema?

INTERNET
1) Se tivesse de imaginar a web nos próximos 20 anos, como é que ela seria?
2) Que derivas poderá a Internet acarretar para o sistema mediático?
3) Que soluções virão a ser encontradas para o problema da pirataria?
4) Que influência terá a Internet na relação do cidadão com a política, tanto em regimes democráticos que em regimes repressivos?
5) Que aspectos o fazem ser mais optimista quanto à evolução dos media nos próximos 20 anos?
6) E que aspectos o fazem ser mais pessimista?

GERAL
1) O cinema do séc. XXI será mais influenciado pela Xbox ou pelos irmãos Lumière?
2) Em que suportes se consultará predominantemente a informação em 2028?
3) Será que o consumo a pedido já ganhou ao “broadcasting” ?
4) Quem serão os donos dos conteúdos nos próximos 20 anos? Televisões? Operadores móveis? Editores? Produtores?…
5) Será que em 2028 ainda existirá algum título de imprensa escrita anterior à Internet?

Quem quer arriscar respostas?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Tendências de media, telecom e tecnologia analisadas pela Deloitte

A Deloitte apresentou ontem as conclusões do Predictions 2008, um estudo global que apresenta tendências gerais para os mercados das telecomunicações, media e tecnologia, sem particularizar países.

Na área dos média, o Predictions 2008 estima um crescimento continuado para a publicidade online e para os serviços de televisão via Internet, mas olha para ambos sempre como complemento aos canais tradicionais e nunca como substitutos. Nesta área destaca-se ainda a tendência de redução continuada da pirataria online.

A notícia completa em tek.sapo.pt

A Agência Financeira destaca que a "Televisão vai sobreviver graças à Internet" e, citando este estudo, aponta o caminho: "Os operadores tradicionais deverão trabalhar no sentido de assegurar uma maior complementaridade entre os conteúdos emitidos nos canais on-line e os conteúdos emitidos no canal tradicional"

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Serviço Público de TV

Algumas notas sobre a conferência "Evolução do serviço público de televisão" no blogue Indústrias Culturais

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Informação da RTP vai ser avaliada pela ERC

Notícia no Diário de Notícias (19.04.2007)

Consumo de televisão

«Contra todas as previsões, que lhe adivinhavam uma queda aparatosa, o consumo de televisão em Portugal estabilizou. E os trinta segundos a mais que os portugueses estiveram em frente ao ecrã nos primeiros três meses deste ano face a igual período de 2006 são prova disso mesmo. Apesar de toda a oferta de novos produtos multimédia que circulam no mercado, como a Internet e os Ipod, só para citar alguns, e da consequente dispersão de audiências, a televisão lá vai resistindo como meio de comunicação. »

Notícia completa no Diário de Notícias (19.04.2007)

terça-feira, 17 de abril de 2007

Marktest lança nova edição do anuário M&P

«Já foi lançado o «M&P anuário 2006 - Edição 2007», uma publicação que disponibiliza informação sobre os investimentos publicitários em media (em televisão. rádio, imprensa, outdoor e cinema) e os valores da audiência de meios (focados na televisão, rádio, imprensa, cinema e internet), registados em 2006. Esta nova edição do anuário de media e publicidade do grupo Marktest conta com algumas novidades, tais como um novo capítulo, Audiências de Cinema, onde são analisados os perfis das audiências, e também novos indicadores de audiências de internet como os acessos por tipologias de sites e o top de expressões pesquisadas.»

Notícia do Jornal Briefing (17.04.2007)

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Mercado dos Media em análise

"Os três canais de televisão RTP, SIC e TVI, que detêm uma quota de investimento de 48,1%, cresceram apenas 1%. Esta fraca performance deve-se, segundo a agência de meios, à "maior concorrência dos três canais que transmitem em sinal aberto e que acabaram o ano com audiências muito próximas".
A televisão por cabo, que perdeu 4% de investimento, conseguiu, no último trimestre de 2006, recuperar de uma quebra acumulada de 12,6% (registada no 3.º trimestre). O mesmo meio fechou 2006 com uma quota de mercado de 3,9%."

A análise de 2006 e as perspectivas para 2007 no Diário de Notícias (07.02.2007)