Lançamento de base de dados europeia sobre televisão - MAVISE
"A Comissão Europeia (CE) e o Observatório Europeu do Audiovisual lançaram a 9 de Abril, em Cannes, França, uma base de dados sobre televisão, denominada MAVISE."
Anacom.pt
MySpace dá o salto para a TV
"(...) o MySpace chegou a acordo com uma empresa de distribuição de conteúdos para que as produções criadas na rede social, na área de vídeos, possam chegar à televisão e DVDs."
Tek.sapo.pt
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terça-feira, 15 de abril de 2008
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
História da TV Brasileira
Trabalhos de alunos ou nem tanto que podem dar a conhecer um pouco da cultura de uma país... quer se queira, quer não, a televisão faz parte da cultura e é vista por uma grande parte da população.
História muito resumida (03:36)
http://www.youtube.com/watch?v=BNMhPC5zv-k
História mais detalhada (20 minutos dividos por dois vídeos)
http://www.youtube.com/watch?v=MedL36RbV_Q
e
http://www.youtube.com/watch?v=KlKSfF4I4qo
Pérolas do YouTube
História muito resumida (03:36)
http://www.youtube.com/watch?v=BNMhPC5zv-k
História mais detalhada (20 minutos dividos por dois vídeos)
http://www.youtube.com/watch?v=MedL36RbV_Q
e
http://www.youtube.com/watch?v=KlKSfF4I4qo
Pérolas do YouTube
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quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Fim da televisão?
Vincent Dureau, alto executivo do Google disse no "iTV Conference" na Califórnia que "que (a) televisão como a que conhecemos tem seus dias contados". E apontou o futuro: a TV na Internet.
Pelos vistos a TV não vai acabar, vai apenas mudar de meio.
Numa altura em que o meio já deixou de ser a mensagem mas que, incontestavelmente, este pode tranformá-la, é preciso repensar o que é a televisão: continua a ser o aparelho de recepção ou tranformou-se naquilo que o "caixinha mágica" transmite.
Para mim, o meio deu o nome à mensagem e televisão não é apenas o que se transmite via analógica, cabo ou satélite para um aparelho que, geralmente, se encontra na sala das famílias mas também, e cada vez mais, nos quartos de cada um. Televisão será então o conteúdos e, se é o conteúdos, pode sobreviver muito para além do meio que o transmite... como já aqui referi em outros textos: a televisão como conteúdo vai sobreviver certamente, vai apenas adaptar-se aos novos meios.
No entanto, o "pequeno ecrã" não vai desaparecer tão rápido quanto se fala, eplo menos é a minha opinião. Agora, um canal de TV tal como hoje os conhecemos em que escolhem por nós o que ver a cada hora, isso sim, pode ter os dias contados... ainda que esses dias não sejam assim tão poucos...mas para lá caminhamos.
fonte: http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=110631
(um artigo que pretendo comentar ainda mais em tempo oportuno)
Pelos vistos a TV não vai acabar, vai apenas mudar de meio.
Numa altura em que o meio já deixou de ser a mensagem mas que, incontestavelmente, este pode tranformá-la, é preciso repensar o que é a televisão: continua a ser o aparelho de recepção ou tranformou-se naquilo que o "caixinha mágica" transmite.
Para mim, o meio deu o nome à mensagem e televisão não é apenas o que se transmite via analógica, cabo ou satélite para um aparelho que, geralmente, se encontra na sala das famílias mas também, e cada vez mais, nos quartos de cada um. Televisão será então o conteúdos e, se é o conteúdos, pode sobreviver muito para além do meio que o transmite... como já aqui referi em outros textos: a televisão como conteúdo vai sobreviver certamente, vai apenas adaptar-se aos novos meios.
No entanto, o "pequeno ecrã" não vai desaparecer tão rápido quanto se fala, eplo menos é a minha opinião. Agora, um canal de TV tal como hoje os conhecemos em que escolhem por nós o que ver a cada hora, isso sim, pode ter os dias contados... ainda que esses dias não sejam assim tão poucos...mas para lá caminhamos.
fonte: http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=110631
(um artigo que pretendo comentar ainda mais em tempo oportuno)
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quarta-feira, 9 de maio de 2007
HI-Media lança nova plataforma de blogues
«Bloguerama é o nome da nova plataforma de blogues temáticos que a Hi-Media está a representar para o mercado nacional.»
A notícia completa na revista Meios & Publicidade (08.05.2007)
A notícia completa na revista Meios & Publicidade (08.05.2007)
terça-feira, 8 de maio de 2007
Guia para produzir TV na Internet
Um guia para produzir ‘TV na Internet’ da Knight Citiziens News Network: “This guide has step-by-step instructions for shooting, editing, and publishing online videos that can be watched and subscribed to by millions of people”.
via http://mediascopio.wordpress.com/
via http://mediascopio.wordpress.com/
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Big Brother e Operação Triunfo na net
«A produtora de televisão Endemol e a empresa de videojogos Electronic Arts (EA) criaram uma parceria com vista ao lançamento de versões para internet dos concursos Big Brother e Operação Triunfo. Este tipo de entretenimento, que promete ser uma mistura entre reality show e videojogo, tem lançamento previsto para os próximos meses. »
A notícia completa no Jornal Briefing (23.04.2007)
A notícia completa no Jornal Briefing (23.04.2007)
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BBC expõe material em vídeo e áudio na 'Net'
«Ao todo, são cerca de 50 horas de material. A operadora inglesa BBC já anunciou que vai disponibilizar, no seu site da Internet, 50 horas de conteúdos em vídeo e em audio, nas quais se incluem os mais diversos programas televisivos e radiofónicos da operadora, como documentários, guiões, notas ou faixas musicais. Os documentos estarão ao acesso de qualquer cibernauta e disponíveis para download.
Mas a BBC não se fica por aqui. A operadora vai escolher 20 mil residentes no Reino Unido para terem acesso exclusivo a um arquivo de mil horas de gravações da estação, que estarão à disposição sob o serviço on demand (no qual o cliente escolhe ver o que quer, à hora que quiser). O anúncio foi dado pelo director de Media e Tecnologia da BBC. "O nosso público, cada vez mais, espera ditar como, quando e onde têm acesso aos nossos serviços", explicou Ashley Highfield.»
Toda a notícia no Diário de Notícias (23.04.2007)
Mas a BBC não se fica por aqui. A operadora vai escolher 20 mil residentes no Reino Unido para terem acesso exclusivo a um arquivo de mil horas de gravações da estação, que estarão à disposição sob o serviço on demand (no qual o cliente escolhe ver o que quer, à hora que quiser). O anúncio foi dado pelo director de Media e Tecnologia da BBC. "O nosso público, cada vez mais, espera ditar como, quando e onde têm acesso aos nossos serviços", explicou Ashley Highfield.»
Toda a notícia no Diário de Notícias (23.04.2007)
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quinta-feira, 19 de abril de 2007
YouTube estreia em breve filtro de conteúdo
«O CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou, nos EUA, que os seus engenheiros estão «muito próximos» de finalizar um filtro de conteúdo para o site YouTube. »
A notícia completa no Diário Digital (19.04.2007)
A notícia completa no Diário Digital (19.04.2007)
domingo, 1 de abril de 2007
Nova lei da TV: canais na Internet não vão precisar de licença
«Argumentando dever existir uma "maior flexibilidade no acesso à televisão que não é de sinal aberto", o ministro dos Assuntos Parlamentares propôs hoje, no Parlamento, que os distribuidores de canais pagos de Televisão Digital Terrestre (TDT) possam modificar a sua oferta apenas com recurso a autorizações administrativas.
Esta proposta faz parte das alterações ao regime de acesso à actividade de televisão que, de acordo com o responsável pela tutela da Comunicação Social, é uma das grandes mudanças que constam da proposta governamental da nova Lei da Televisão, hoje debatida na Assembleia da República.
"O Governo defende, ao mesmo tempo, maior flexibilidade e maior exigência" relativamente às licenças necessárias para exercer a actividade televisiva, disse Augusto Santos Silva.
Segundo referiu, deve ser dada maior flexibilidade aos "distribuidores de televisão que operem na parte paga da Televisão Digital Terrestre", atribuindo-lhes "uma licença que lhes permita depois compor e recompor as suas ofertas de canais apenas com recurso a autorizações administrativas".
A flexibilização deverá, no entender do Governo, ser ainda maior quando o sinal de televisão seja difundido "através de redes abertas e virtualmente infinitas, como a Internet".
De acordo com o ministro dos Assuntos Parlamentares, a proposta de nova Lei da Televisão defende que os canais televisivos on- line não precisem de licença para emitir televisão, ficando sujeitos apenas a registo.
Já a atribuição e renovação das licenças dos operadores e distribuidores de televisão em sinal aberto deve responder a uma "maior exigência", avançou Augusto Santos Silva, lembrando que, num debate realizado em 2005, partidos políticos e Governo concordaram "na constatação de que o regime de licenciamento em vigor era demasiado permissivo, porque induzia renovações quase automáticas das licenças de televisão".
O aumento da exigência será feito através do acompanhamento pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) "do cumprimento, por parte dos operadores licenciados, das respectivas obrigações legais e contratuais", sendo que a entidade "deve, ao renovar as licenças, actualizar tais obrigações", alegou.
Acompanhamento que implicará "avaliações intercalares, cada cinco anos [o período de vigência das licenças de televisão é de 15 anos], de que podem resultar recomendações" da ERC e que, segundo Santos Silva, visam "conceder maior estabilidade e certeza jurídica aos operadores"."
Público. (30.03.2007)
Esta proposta faz parte das alterações ao regime de acesso à actividade de televisão que, de acordo com o responsável pela tutela da Comunicação Social, é uma das grandes mudanças que constam da proposta governamental da nova Lei da Televisão, hoje debatida na Assembleia da República.
"O Governo defende, ao mesmo tempo, maior flexibilidade e maior exigência" relativamente às licenças necessárias para exercer a actividade televisiva, disse Augusto Santos Silva.
Segundo referiu, deve ser dada maior flexibilidade aos "distribuidores de televisão que operem na parte paga da Televisão Digital Terrestre", atribuindo-lhes "uma licença que lhes permita depois compor e recompor as suas ofertas de canais apenas com recurso a autorizações administrativas".
A flexibilização deverá, no entender do Governo, ser ainda maior quando o sinal de televisão seja difundido "através de redes abertas e virtualmente infinitas, como a Internet".
De acordo com o ministro dos Assuntos Parlamentares, a proposta de nova Lei da Televisão defende que os canais televisivos on- line não precisem de licença para emitir televisão, ficando sujeitos apenas a registo.
Já a atribuição e renovação das licenças dos operadores e distribuidores de televisão em sinal aberto deve responder a uma "maior exigência", avançou Augusto Santos Silva, lembrando que, num debate realizado em 2005, partidos políticos e Governo concordaram "na constatação de que o regime de licenciamento em vigor era demasiado permissivo, porque induzia renovações quase automáticas das licenças de televisão".
O aumento da exigência será feito através do acompanhamento pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) "do cumprimento, por parte dos operadores licenciados, das respectivas obrigações legais e contratuais", sendo que a entidade "deve, ao renovar as licenças, actualizar tais obrigações", alegou.
Acompanhamento que implicará "avaliações intercalares, cada cinco anos [o período de vigência das licenças de televisão é de 15 anos], de que podem resultar recomendações" da ERC e que, segundo Santos Silva, visam "conceder maior estabilidade e certeza jurídica aos operadores"."
Público. (30.03.2007)
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quarta-feira, 7 de março de 2007
Internet, Televisão e o Futuro
“(…) o audiovisual é hoje um importante espaço de reflexão das mutações das sociedades modernas. É também um espaço de experimentação e representação que produz metáforas do mundo”
Francisco Rui Cádima
A Internet começou por ser uma rede usada para fins militares e, mais tarde, para pesquisa científica das Universidades. Na guerra servia para manter os dados valiosos do governo americano espalhados em vários lugares, em vez de estarem centralizados em apenas um servidor, o que evitava que se perdessem completamente em caso de explosão de uma bomba. Nas universidades foi utilizada para trocar resultados de estudos e pesquisas entre estudantes. Foi assim que nasceu a Internet.
Estava-se ainda muito longe de se perceber o potencial desta rede.
“A Internet como hoje (a) conhecemos, com (a) sua interactividade, como arcabouço de redes interligadas de computadores e seus conteúdos multimédia, só se tornou possível pela contribuição do Cientista Tim Berners-Lee e do CERN, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa científicas e mais tarde académicas, interligando Universidades; a rede colectiva ganhou uma maior divulgação pública a partir dos anos 90.” [1]
Depois da explosão da “bolha” e de vários fracassos empresariais no negócio da Internet, várias empresas voltaram-se para outros campos e perderam o interesse na Web. Numa época em que pouco se percebia desta nova tecnologia, os desejos e a crença num sucesso imediato deitaram a perder grandes fortunas. Tinha tudo para dar certo mas…
O que faltava era a integração das pessoas com a nova ferramenta. Faltava tempo para se habituarem a ela e para descobrirem as suas potencialidades.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet (02.02.2007)
A Internet começou por ser uma rede usada para fins militares e, mais tarde, para pesquisa científica das Universidades. Na guerra servia para manter os dados valiosos do governo americano espalhados em vários lugares, em vez de estarem centralizados em apenas um servidor, o que evitava que se perdessem completamente em caso de explosão de uma bomba. Nas universidades foi utilizada para trocar resultados de estudos e pesquisas entre estudantes. Foi assim que nasceu a Internet.
Estava-se ainda muito longe de se perceber o potencial desta rede.
“A Internet como hoje (a) conhecemos, com (a) sua interactividade, como arcabouço de redes interligadas de computadores e seus conteúdos multimédia, só se tornou possível pela contribuição do Cientista Tim Berners-Lee e do CERN, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa científicas e mais tarde académicas, interligando Universidades; a rede colectiva ganhou uma maior divulgação pública a partir dos anos 90.” [1]
Depois da explosão da “bolha” e de vários fracassos empresariais no negócio da Internet, várias empresas voltaram-se para outros campos e perderam o interesse na Web. Numa época em que pouco se percebia desta nova tecnologia, os desejos e a crença num sucesso imediato deitaram a perder grandes fortunas. Tinha tudo para dar certo mas…
O que faltava era a integração das pessoas com a nova ferramenta. Faltava tempo para se habituarem a ela e para descobrirem as suas potencialidades.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet (02.02.2007)
continua...
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Google alerta sobre riscos de televisão na internet
"Novos serviços de TV via internet, como o Joost e o YouTube, podem sobrecarregar a rede mundial de computadores, afirmaram empresas de internet, acrescentando que já estavam realizando investimentos pesados para manter os dados circulando pela web.
O Google, que no ano passado adquiriu o site de distribuição de vídeo YouTube, afirmou que a infra-estrutura da internet não foi projetada para TV. A empresa chegou a divulgar um alerta a empresas que acreditam que podem começar a distribuir programas de TV e filmes em escala mundial e com qualidade de cinema, usando a rede.
"A infra-estrutura da web e até mesmo a (infra-estrutura) do Google não podem ser ampliadas com facilidade, e não vão oferecer a qualidade de serviços que os clientes desejam", disse Vincent Dureau, vice-presidente de tecnologia de TV do Google, durante o Cable Europe Congress."
Toda a notícia em Estadão.com.br (09.02.2007)
via http://irrealtv.blogspot.com
O Google, que no ano passado adquiriu o site de distribuição de vídeo YouTube, afirmou que a infra-estrutura da internet não foi projetada para TV. A empresa chegou a divulgar um alerta a empresas que acreditam que podem começar a distribuir programas de TV e filmes em escala mundial e com qualidade de cinema, usando a rede.
"A infra-estrutura da web e até mesmo a (infra-estrutura) do Google não podem ser ampliadas com facilidade, e não vão oferecer a qualidade de serviços que os clientes desejam", disse Vincent Dureau, vice-presidente de tecnologia de TV do Google, durante o Cable Europe Congress."
Toda a notícia em Estadão.com.br (09.02.2007)
via http://irrealtv.blogspot.com
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Que lugar para a "caixinha mágica"?
No ano de 2007 muitas questões se põem à televisão da nova era...era da Internet ou de algo mais do que isso, algo cuja identidade se revela numa súmula de plataformas, não no multimedia mas no multiple media, como refere Northdrup.
A Televisão já não pode ser entendida como estando sozinha no mercado. Já não é hegemónica e está, rapidamente, a perder terreno para o novo meio de comunicação. O pequeno ecrã passou a rivalizar com a Internet pela atenção dos espectadores. Entre o telejornal, a novela e a série já o espectador ficou a saber o que se passa no mundo e já viu aquele episódio perdido, o novo que ainda não estreou ou, simplesmente, aquele vídeo caseiro tão engraçado nas páginas da web.
A publicidade está a fugir para a rede e isso põe em causa a sobrevivência de outros meios de comunicação. Não será para já...mas eles poderão vir a colapsar. No mínimo, sofrerão grandes alterações e há que saber lidar com elas. Os anunciantes estão à beira de um ataque de nervos mas os programadores já perderam os cabelos. No meio de tudo isto, espera-se que as novas gerações aprendam com as anteriores e com todo o conhecimento disponível de modo a que a caixinha mágica possa ter um futuro.
E, já agora, que ele não seja negro.
A Televisão já não pode ser entendida como estando sozinha no mercado. Já não é hegemónica e está, rapidamente, a perder terreno para o novo meio de comunicação. O pequeno ecrã passou a rivalizar com a Internet pela atenção dos espectadores. Entre o telejornal, a novela e a série já o espectador ficou a saber o que se passa no mundo e já viu aquele episódio perdido, o novo que ainda não estreou ou, simplesmente, aquele vídeo caseiro tão engraçado nas páginas da web.
A publicidade está a fugir para a rede e isso põe em causa a sobrevivência de outros meios de comunicação. Não será para já...mas eles poderão vir a colapsar. No mínimo, sofrerão grandes alterações e há que saber lidar com elas. Os anunciantes estão à beira de um ataque de nervos mas os programadores já perderam os cabelos. No meio de tudo isto, espera-se que as novas gerações aprendam com as anteriores e com todo o conhecimento disponível de modo a que a caixinha mágica possa ter um futuro.
E, já agora, que ele não seja negro.
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