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terça-feira, 15 de abril de 2008

Destaques de Imprensa

Lançamento de base de dados europeia sobre televisão - MAVISE
"A Comissão Europeia (CE) e o Observatório Europeu do Audiovisual lançaram a 9 de Abril, em Cannes, França, uma base de dados sobre televisão, denominada MAVISE."
Anacom.pt

MySpace dá o salto para a TV
"(...) o MySpace chegou a acordo com uma empresa de distribuição de conteúdos para que as produções criadas na rede social, na área de vídeos, possam chegar à televisão e DVDs."
Tek.sapo.pt

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

O que as crianças vêem na TV

Estudo revela as preferências dos mais novos e também que existe um "crescimento constante do uso simultâneo da televisão e Internet pelas crianças dos três grupos analisados".

A notícia completa no Diário de Notícias (07.01.2008)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

O que mudou no país ...

... ao olhar para 50 anos de televisão?

A notícia no Jornal de Notícias.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

10º Fórum Brasileiro de TVs Universitárias

Um ideia interessante

A TV Digital pode abrir uma porta para a proliferação de tv's universitárias e regionais, canais que poderiam servir de rampa de lançamento/ estágio para os futuros profissionais e também, pelo caractér mais experimental que teriam (pelo menos ao início) dar espaço a novos formatos que, por falta de não terem sido ainda testados, não chegam às tv's nacionais.

Se calhar, por cá também precisamos de alguns debates/ conferêcias sobre este tema.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Critérios de Noticiabilidade na TV portuguesa

"Quando a televisão começou, nos anos 30, a inquietação era saber se constituiria um progresso civilizacional ou se seria a decadência. A televisão é alvo de paixões e ódios, mas aquilo com que todos concordam é que a televisão provocou profundas alterações a nível social, económico e político. Em [1] Marçal Grilo afirma que “há uns 50 anos, pensou-se que a televisão, com toda a capacidade que tem para colocar em casa das pessoas imagens e sons, era um meio poderoso para educar e cultivar os espectadores (...) mas ao menos evite-se fazer tudo ao contrário do que se pensou que a televisão podia ser”.

Isto porque, ao longo dos anos, a televisão foi substituindo a sua função de educar, informar e distrair pelo lema “distrair, convencer, vender”. As estações de televisão generalistas transformam o seu objectivo em lucro e daí que a programação difundida se interesse apenas em captar audiências. Em [1] Eric Mace refere que “não é a televisão que impõe programas ao público, mas o público popular que impõe a programação através dos índices de audiência (...) não é o público que se parece com a televisão, mas sim a televisão se parece com o público”.

A escolha do tema deste artigo científico impôs-se por esse motivo. Isto é, cada vez mais se verifica que a televisão e, neste caso, os telejornais, dão mais atenção e mais tempo de antena à esfera privada e afectiva da sociedade. Como refere Pierre Bordieu em [1] a televisão dos anos 90 ambiciona atingir o maior número de audiência, através da exploração dos seus gostos. Houve, assim, uma passagem da “paleo-televisão” para a “neo-televisão”, ou seja, de uma televisão que se centra na esfera pública e racional para uma televisão que se baseia na esfera privada e afectiva. Ou pode ainda dizer-se, de uma televisão que se assume como um espaço de formação para uma televisão que agora serve apenas como espaço de convívio."

O texto completo em:
http://comunicar-o-jornalismo.blogspot.com/
(10.02.2007)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

ELEMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS MEDIA EM PORTUGAL - I

"Um marco significativo nos últimos 15 anos foi o nascimento da televisão comercial (SIC em Outubro de 1992 e TVI em Fevereiro de 1993). Em 1995, escassos três anos depois do arranque, a SIC retirava à RTP (canal público) a liderança em termos de audiência, durante o período nobre da emissão, e que se alargaria ao resto do dia nos anos seguintes (Santos, 2002). A esta posição ganhadora da SIC iria responder a TVI, o outro canal comercial, que alcançara a posição de desafiante a partir de 2000 (Cardoso e Mendonça, 2006: 7), reservando-se para a RTP o lugar de resiliente.

O alcandorar-se ao lugar de ganhador por parte dos canais comerciais assentou em quatro vectores: 1) informação (de qualidade na SIC, que foi perdendo ao longo dos anos, tablóide na TVI, com sensacionalismo e muitas notícias sobre crimes), 2) novelas (em português do Brasil na SIC, em português de Portugal na TVI), 3) programação popular (e reality-shows na TVI), 4) “parasitagem” das revistas de televisão e cor-de-rosa às personagens dos programas populares (fofocas sobre vidas sentimentais, casamentos, divórcios e nascimentos de crianças), representando uma segunda narrativa face aos programas e com repercussão positiva na popularidade destes (audiências).

Há um outro ângulo a registar. No relançamento do debate do serviço público de televisão em 2002, Joaquim Fidalgo (2003: 14-15) considera o surgimento da televisão comercial (em Portugal e na Europa) como produto directo de factores políticos, sociais e económicos, em que inclui a desregulação do sector das telecomunicações e a mudança de paradigma quanto à concepção da televisão: da esfera social e cultural para o domínio económico e político.

Ainda na televisão, nasceram novas plataformas de transmissão, da qual a mais poderosa é a televisão por cabo (com redução do impacto da televisão por satélite, além da promessa ainda não cumprida do arranque da televisão digital por via terrestre). Pertencendo ao grupo PT, a TV Cabo apareceu em 1994 e tem exercido uma posição hegemónica, a que se seguem empresas como a Bragatel, Cabovisão, Pluricanal e TVTEL, algumas em situação financeira complicada. A televisão por cabo é responsável já por cerca de 15% da audiência média em televisão. Por seu lado, a televisão por satélite serviu para o nascimento de canais internacionais pertencentes aos grupos de televisão já existentes, casos da RTP e da SIC. Os mesmos operadores generalistas entrariam também na plataforma do cabo: SIC (Notícias, Radical, Comédia) e RTP (RTPN).

[continua]"

Texto de Rogério Santos no seu blogue http://industrias-culturais.blogspot.com/

A acompanhar.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007